Geraldo Azevedo se desvia dos hits no álbum ao vivo em que perpetua recorte do show da corrente turnê 'Oitentação'

Geraldo Azevedo lança o álbum ao vivo 'Oitentação' na sexta-feira, 24 de abril Thiago Lemos / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ “Oitentação”, álbum ao vi...

Geraldo Azevedo se desvia dos hits no álbum ao vivo em que perpetua recorte do show da corrente turnê 'Oitentação'
Geraldo Azevedo se desvia dos hits no álbum ao vivo em que perpetua recorte do show da corrente turnê 'Oitentação' (Foto: Reprodução)

Geraldo Azevedo lança o álbum ao vivo 'Oitentação' na sexta-feira, 24 de abril Thiago Lemos / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ “Oitentação”, álbum ao vivo que Geraldo Azevedo lançará na sexta-feira, 24 de abril, poderia ser mais um greatest hits do cancioneiro do artista pernambucano como foram outros recentes registros de shows do cantor, casos dos discos “Solo contigo” (2019) e “Violivoz” (2023), este feito com Chico César. SQN. Ao longo das dez faixas de “Oitentação”, álbum que perpetua um recorte do ainda corrente show da turnê em que Geraldo celebrou os 80 anos completados em janeiro de 2015, há somente um grande sucesso do cantor, “Bicho de sete cabeças” (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha, 1979). Há também um sucesso de Beto Guedes, “O sal da terra” (1981), canção humanista composta por Beto com letra de Ronaldo Bastos e curiosamente também abordada por Paulo Miklos no ainda inédito primeiro disco de intérprete do ex-Titã, “Coisas da vida”, previsto para 22 de maio. No mais, entre o inédito xote autoral “Arthur e Alice” e música inédita na voz do autor (“Eu vou te amar”, parceria com Pippo Spera lançada por Elba Ramalho em 1992 no álbum “Encanto”), o cantor rebobina músicas menos conhecidas do próprio repertório, casos de “Caravelas” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, 1981), “Talvez seja real” (Geraldo Azevedo e Fausto Nilo, 1985), “Lusitana do Norte” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, 1986), “Só porque” (Geraldo Azevedo e Pippo Spera, 1989) e “Estou em paz” (Geraldo Azevedo e Sérgio Peres, 2024), além de “Mona ami” (Tonito e Liceu Dias Vieira, 1985), música de lavra alheia que o artista incorporou à discografia em álbum ao vivo de 1985. Detalhe: a pegada de alguns arranjos do disco torna menos evidente a doçura que caracteriza o canto resistente de Geraldo Azevedo, que inicia nova leva de apresentações da turnê “Oitentação” na sequência imediata do lançamento do álbum homônimo em que registra parcialmente o show. Capa do álbum 'Oitentação', de Geraldo Azevedo Divulgação

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